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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Polícia prende seis e apreende drogas e armas após denúncias na capital


Policiais da Delegacia de Repressão e Combate a Entorpecentes (Depre) prenderam nesta quarta-feira (20) seis pessoas e apreenderam uma grande quantidade de drogas e armas. As prisões e apreensões aconteceram em vários bairros da capital durante operação da polícia no combate ao tráfico de drogas na capital
Muita droga, arma e dinheiro apreendido pela polícia  (Foto: Juliana Gomes/ G1)Muita droga, arma e dinheiro apreendido pela
polícia (Foto: Juliana Gomes/ G1)
De acordo com o delegado Menando Pedro, coordenador da delegacia especializada, a policia chegou até os suspeitos através doaplicativo Depre, que tem ajudado a Polícia Civil a desarticular quadrilhas que atuam no trafico de drogas da capital.

"Foi um resultado positivo, pois conseguimos apreender muita droga, armas, balanças de precisão, munições e ainda conseguimos prender vários traficantes, um deles foragido da justiça, que responde por assalto e tráfico de entorpecentes", relatou.

Segundo o delegado Matheus Zanatta, o aplicativo Depre já foi baixado da loja de aplicativos para celulares android mais de 8 mil vezes. "Desde que foi lançado, foram mais de 2 mil denúncias, isso mostra que a população está trabalhando em parceria com a polícia para combater o crime e se cansou de conviver com o tráfico de drogas próximo de suas casas", relatou.

Aplicativo
A nova ferramenta já está disponível na loja de aplicativos para celulares com sistema operacional Android, mas logo poderá ser baixada para smartphones IOS. Para baixar, basta acessar a loja, pesquisar pelo nome "Depre", que significa Delegacia de Repressão a Entorpecentes, fazer o download e instalar.

No aplicativo, o denunciante pode preencher um formulário com a denúncia, informando à polícia o local onde há o tráfico de drogas.

Polícia conclui inquérito e indicia 3 por morte de jovem na saída de boate


Flávia CristiniDo G1 MG
Cristiano Guimarães Nascimento foi morto na sexta-feira, em Contagem, após uma briga em uma boate (Foto: Fabiano Nascimento/Arquivo pessoal)Cristiano Guimarães Nascimento foi morto no dia 8 de abril, em Contagem, na saída de uma boate
(Foto: Fabiano Nascimento/Arquivo pessoal)
O delegado Alexandre Oliveira da Fonseca, da Delegacia de Homicídios de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, informou que concluiu o inquérito sobre a morte do estudante Cristiano Nascimento, 22 anos, espancado na saída de uma boate no dia 8 deste mês. Dois policiais militares e um terceiro homem suspeito foram indiciados por homicídio doloso duplamente qualificado – por motivo fútil e sem chance de defesa para a vtima.
"A motivação foi uma questão envolvendo um desacerto na fila de pagamento. Parece que os autores furaram a filha e a vítima não gostou e reclamou. E acabou acontecendo a selvageria na porta boate", disse o delegado. O inquérito foi encaminhada à Justiça na sexta-feira (15). A pena, segundo o delegado, varia de 14 a 30 anos de prisão.

Até então, a motivação não havia sido esclarecida. Câmeras de segurança filmaram parte da agressão do lado de fora da casa noturna, mas as imagens não foram divulgadas. Após a agressão, com chutes e socos, Cristiano morreu no local. Do lado de dentro, segundo a boate Havanna, não há imagens que mostram qualquer conflito entre a vítima e os agressores.
De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o inquérito foi recebido e encaminhado para o Ministério Público de Minas Gerais, que analisa para oferecer ou não a denúncia contra os indiciados.
Dois suspeitos estão presos preventivamente, sem prazo determinado. Eles são policia militares e estavam de folga no momento da ocorrência. Segundo Fonseca, eles vão ficar presos até o fim do processo. O terceiro, que é corretor de seguros, está foragido da Justiça.
O caso também é apurado pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público (MPE).
Identificação dos suspeitos
Na madrugada do dia 8 de abril, a arma de um dos militares suspeitos caiu após a confusão que resultou na morte do estudante e foi localizada por uma pessoa que passava pelo local. A Polícia Militar foi acionada e identificou a arma. Na manhã seguinte, os militares teriam se apresentado ao trabalho.

A boate esclareceu que os policias frequentavam a casa como clientes e que, durante a permanência, a arma ficou em um cofre do estabelecimento. O procedimento é adotado com frequentadores que têm prerrogativa de uso de arma.
Segundo a Polícia Civil, os dois policiais já respondem por homicídios ocorridos na Região Leste deBelo Horizonte e em Barbacena, na Zona da Mata. O advogado da família da vítima, Walter Nery, afirma que um deles já foi condenado em primeira instância por violência no exercício da função e disparo de arma de fogo.

Polícia faz reintegração de imóveis em residencial invadido há 4 meses


Cerca de mil famílias que ocuparam há quatro meses o Residencial Solar da Princesa, do programa Minha Casa, Minha Vida, em Feira de Santana, cidade a 100km de Salvador, começaram a ser retiradas do local em operação que reuniu policiais militares, civis e federais na manhã desta terça-feira (19). Durante o trabalho de reintegração de posse dos imóveis, pessoas passaram mal, alegando não terem para onde ir.
Senhora passa mal durante ação de reintegração de posse (Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade)Senhora passa mal durante ação de reintegração
de posse (Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade)
Na época da invasão, as famílias disseram que decidiram entrar nas casas porque não conseguiam ser beneficiadas pelo programa de habitação do Governo Federal.
O cumprimento da ação de reintegração de posse é da Caixa Econômica Federal. Os policiais chegaram ao local por volta das 7h e ficaram bem em frente ao residencial para garantir a segurança. Assim que conseguiu entrar para negociar com os ocupantes, uma oficial de justiça, leu em voz alto o ato judicial.
Muitos ocupantes se emociaram e duas senhoras passaram mal. Uma delas teve que ser socorrida e foi levada de ambulância para o hospital. Os oficiais de justiça entregaram a intimação de apartamento em apartamento.
Cerca de mil famílias devem deixar residencial em Feira de Santana (Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade)Cerca de mil famílias devem deixar residencial
em Feira de Santana (Foto: Ed Santos/ Acorda
Cidade)
A Caixa Econômica Federal afirma que cumpriu todos os trâmites legais para reintegrar a posse e que todo o processo foi negociado com a associação. De acordo com a Policia Militar, todos terão direito a frete para levar os móveis e outros pertences a um galpão disponibilizado pela prefeitura, ou para o local de preferencia deles. Ainda segundo a PM, durante os quatro meses, foram realizadas reuniões para que a desocupação fosse pacífica.
O secretário de Habitação de Feira de Santana, Sandro Ricardo, disse que o residencial Solar da Princesa já tem famílias selecionadas para receberem os imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida. Ele afirma que os invasores podem se inscrever para as próximas seleções de empreendimentos.
Cerca de mil famílias devem deixar residencial em Feira de Santana (Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade)Cerca de mil famílias devem deixar residencial em Feira de Santana (Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade)

ntendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc) do Maranhão criou uma conta no aplicativo Whatsapp para que a população possa realizar denúncias sobre o tráfico de drogas. O serviço de atendimento começa a funcionar nesta segunda-feira (11) e é válido para todo o estado. De acordo com a Polícia Civil, o projeto tem por objetivo oferecer ao cidadão uma ferramenta para denunciar de forma sigilosa a prática de crimes nos municípios maranhenses. O número para denúncia é (98) 9163-4899. A partir das informações que forem repassadas, será iniciado um serviço de investigação e monitoramento, garantindo uma resposta satisfatória para a população. Ao G1, o diretor da Senarc, Carlos Alessandro, explicou que as denúncias da população serão recebidas por uma equipe na central de operações, em São Luís. O local funcionará 24 horas por dia. Após o recebimento da denúncia, a central vai repassar as informações obtidas para os agentes fazerem a apuração. saiba mais WhatsApp começa a ser usado em ação de combate ao Aedes no MA Criptografia no WhatsApp: veja em vídeo como funciona novo 'sigilo' "O cidadão pode nos ajudar relatando dados dos crimes, como características físicas, a localização do suspeito e a indicação dos pontos de vendas de drogas, principalmente. Ninguém precisa ter medo de denunciar. O serviço é sigiloso e não haverá nenhuma exposição da testemunha", garantiu o delegado. A professora Raimunda Rosa, de 32 anos, acredita que o serviço será muito útil e vai agradar a comunidade. "Será ótimo, estava na hora já de começarem a utilizar a tecnologia. Hoje em dia é essencial, as pessoas vão participar muito e podem até mandar informações em tempo real, que vão ajudar os policiais", declarou a educadora. O lançamento do Whatsapp da Senarc está marcado para esta segunda-feira (11), na sede da Senarc, localizada no prédio da Superintendência de Investigações Criminais (Seic), no Bairro de Fátima. Projeto oferece ao cidadão uma ferramenta para denunciar de forma sigilosa o tráfico de drogas (Foto: Divulgação/Policia Civil) Projeto oferece uma ferramenta para denunciar de forma sigilosa o tráfico de drogas (Foto: Policia Civil)


Uma menina de um ano e seis meses morreu após ser atingida por um portão enquanto brincava na área de uma igreja evangélica da cidade de Feira de Santana, a 100 quilômetros de Salvador.
O caso ocorreu no domingo (10), no bairro Tomba. Segundo informações da Polícia Civil, o velório ocorria na manhã desta segunda-feira (11), mas teve de ser interrompido pela polícia para que o corpo fosse removido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para ser necropsiado.
De acordo com o delegado João Uzzum, titular da 1ª Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Coorpin/Feira de Santana), a medida foi tomada porque a morte da menina não havia sido comunidada à polícia após o acidente.
"Após toda morte de origem violenta deve, pela lei, ser acionada a policia e o cadáver precisa ser encaminhado para necrópsia. No entanto, após o acidente, a médica de plantão que atendeu a criança numa policlínica localizada no mesmo bairro e constatou o óbito não fez isso. O corpo foi liberado [do DPT] e já estava sendo velado hoje numa igreja", disse o delegado, em contato com o G1.
Segundo a polícia, a mãe da criança estava dentro da igreja no momento do acidente. "Ela [a menina] estava companhada dos pais, que deveriam estar no culto. A menina estava do lado de fora quando sofreu o acidente. O portão não estava bem soldado e acabou caindo", disse o delegado.
Ainda conforme João Uzzum, foi aberto um inquérito para apurar o ocorrido.

Polícia Civil utilizará WhatsApp no combate ao tráfico de drogas no MA


ntendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc) do Maranhão criou uma conta no aplicativo Whatsapp para que a população possa realizar denúncias sobre o tráfico de drogas. O serviço de atendimento começa a funcionar nesta segunda-feira (11) e é válido para todo o estado.

De acordo com a Polícia Civil, o projeto tem por objetivo oferecer ao cidadão uma ferramenta para denunciar de forma sigilosa a prática de crimes nos municípios maranhenses. O número para denúncia é (98) 9163-4899. A partir das informações que forem repassadas, será iniciado um serviço de investigação e monitoramento, garantindo uma resposta satisfatória para a população.

Ao G1, o diretor da Senarc, Carlos Alessandro, explicou que as denúncias da população serão recebidas por uma equipe na central de operações, em São Luís. O local funcionará 24 horas por dia. Após o recebimento da denúncia, a central vai repassar as informações obtidas para os agentes fazerem a apuração.
"O cidadão pode nos ajudar relatando dados dos crimes, como características físicas, a localização do suspeito e a indicação dos pontos de vendas de drogas, principalmente. Ninguém precisa ter medo de denunciar. O serviço é sigiloso e não haverá nenhuma exposição da testemunha", garantiu o delegado.

A professora Raimunda Rosa, de 32 anos, acredita que o serviço será muito útil e vai agradar a comunidade. "Será ótimo, estava na hora já de começarem a utilizar a tecnologia. Hoje em dia é essencial, as pessoas vão participar muito e podem até mandar informações em tempo real, que vão ajudar os policiais", declarou a educadora.

O lançamento do Whatsapp da Senarc está marcado para esta segunda-feira (11), na sede da Senarc, localizada no prédio da Superintendência de Investigações Criminais (Seic), no Bairro de Fátima.
Projeto oferece ao cidadão uma ferramenta para denunciar de forma sigilosa o tráfico de drogas (Foto: Divulgação/Policia Civil)Projeto oferece uma ferramenta para denunciar de forma sigilosa o tráfico de drogas (Foto: Policia Civil)

Polícia Militar localiza duas motos furtadas em Cacoal, RO


Duas motocicletas furtadas foram recuperadas na última segunda-feira (4), pela Polícia Militar (PM) de Cacoal (RO), município distante cerca de 480 quilômetros de Porto Velho. Os dois veículos foram localizados através de denúncias anônimas.Uma das motos recuperadas foi furtada no bairro Village do Sol, em Cacoal.  (Foto: Rogério Aderbal/G1)
Conforme a PM, uma das motos recuperada foi furtada no bairro Village do Sol, no domingo (3), e foi encontrada abandonada dentro de uma mata ao lado de uma igreja católica do bairro Brizon. Ainda de acordo com a PM, a motocicleta estava muito bem escondida, tanto que foi difícil para ser localizada.
A outra moto recuperada foi furtada na manhã da última segunda-feira (4), na linha 7, setor rural do município, e foi localizada  abandonada dentro de um córrego da mesma linha, distante cerca de três quilômetros do local do roubo. Após a denúncia o veículo foi localizado com diversas avarias. Com isso, a polícia acredita que os criminosos tenha sofrido alguma queda enquanto fugia.
Com a localização dos veículos foram realizadas consultas ao sistema de informações de veículos roubados, onde foi constatado que os dois haviam sido furtados dias antes. As duas motocicletas foram encaminhadas para Delegacia de Policia Civil, onde devem passar por exame pericial para a localização das impressões digitais criminosos.

Grupo que agia na região de Jundiaí realizou seis sequestros, diz polícia


ivil continua investigando a quadrilha que agia há mais de um ano na região de Jundiaí (SP). De acordo com a polícia, subiu para seis o número de sequestros relacionados ao grupo depois que vítimas,  trabalhadores de banco ou parentes desses funcionários, fizeram o reconhecimento dos suspeitos.
Há três semanas os criminosos foram presos  na região logo depois de uma ação e cresceu o número de reconhecimento deles em outros crimes. As investigações também apontam que outras pessoas fazem parte do esquema e elas estão sendo procuradas pela polícia.
Imagens das câmeras de segurança de uma rua mostram quando a gerente de um banco passa e parte da quadrilha, atrás, foi receber o dinheiro do resgate (veja imagens acima). Um homem foi reconhecido. Como o carro estava no nome de outro criminoso, a investigação, chegou aos seis sequestros ligados ao grupo. Em todos eles, as famílias dos funcionários de bancos eram dominadas e mantidas em cativeiro.
Suspeito de integrar quadrilha em carro (Foto: Reprodução/TV TEM)Suspeito de integrar quadrilha em carro
(Foto: Reprodução/TV TEM)
No caso mais recente, uma criança e um deficiente foram feitos reféns. Há três semanas a policia realizou quatro prisões em uma operação que aconteceu em quatro locais diferentes ao mesmo tempo. 
Esses crimes ocorreram em Cabreúva (SP), Salto (SP), Pirapora do Bom Jesus (SP) e Itupeva (SP). 

Pelo menos 20 vítimas reconheceram os bandidos e uma delas reconheceu ainda a voz de um dos sequestradores. "Não é incomum as vítimas serem obrigadas a ficar de cabeça baixa. Então, o reconhecimento por voz é muito importante", explicou o delegado Luís Carlos Duarte.
Outros dois casos ainda estão em investigação. O que pode aumentar o número de crimes da quadrilha. Para a polícia, outras pessoas ainda devem ser presas, entre elas uma mulher. "Continuamos investigando outros crimes. Acreditamos que podem ser oito casos e não descartamos a participação de uma mulher", finaliza o delegado.
Grupo que agia na região de Jundiaí realizou seis sequestros, diz polícia (Foto: Reprodução/TV TEM)Grupo que agia na região de Jundiaí realizou seis sequestros, diz polícia (Foto: Reprodução/TV TEM)

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