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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Polícia prende 7 traficantes de duas quadrilhas que agiam em Planaltina


PCDF/Divulgação
 
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu sete traficantes após desmembrar operações antidrogas no Entorno do Distrito Federal e em uma rodovia que corta o estado. Um dos bandidos comandava a venda de entorpecentes de dentro da penitenciária da cidade. Foram apreendidos 20 kg de maconha e 8,6 kg de crack, além de três veículos e uma balança de precisão.

Oriunda de Goiânia, a maconha foi encontrada quando a polícia cumpria mandados de prisão contra criminosos de Planaltina. O entorpecente seria distribuído em regiões do Distrito Federal e nas Regiões Administrativas. Na ocasião, Felipe Rosa do Bomfim e Cleiton Moraes Pimenta foram presos. Um vídeo, feito pelos policiais, mostra o momento da abordagem e apreensão:


Quantidade suficiente para a difusão de 34 mil doses, as pedras de crack foram apreendidas na Rodoviária de Planaltina e em um veículo na BR-060, em operação conjunta entre a Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o chefe da Coordenação de Repressão às Drogas (CORD), Rodrigo Bonach, “embora tenham sido realizada em diversas etapas, as apreensões de crack são desdobramentos de uma única investigação”, contou o delegado.

Ele informou que Anastácia Fabiana Silva de Souza, 31 anos, Thiago Martiniano da Silva, 21, Wallisson Francisco da Silva, 30, Waschington Rodrigo Bispo dos Reis, 25, e João Pedro Nunes de Oliveira, 20, que era o líder do grupo e comandava o crime dentro da Cadeia Pública de Planaltina.

PCDF/Divulgação

As operações ocorreram entre os dias 15 e 26 de abril. Todos responderão por tráfico e associação para o tráfico de drogas. A pena é de 8 a 25 anos de reclusão.

Polícia Militar encontra corpo de estudante da UnB que estava desaparecida


A Polícia Militar encontrou, na manhã desta sexta-feira (11/3), o corpo da jovem Louise Ribeiro, 20 anos. A estudante de biologia da Universidade de Brasília (UnB) estava desaparecida desde a noite de quinta-feira (10/3). Segundo a Polícia Militar, um colega de curso confessou o crime e mostrou o local onde o corpo estava, em um matagal próximo a instituição de ensino.

Louise Ribeiro foi vista pela última vez por amigos da UnB, por volta do meio-dia de ontem, quando seguia para o estágio no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), na L4 Norte. Segundo familiares, ela chegou a entrar em contato por volta das 20h, por telefone, dizendo que iria a uma pizzaria na 404 Sul e depois não deu mais notícias.

O capitão Silva, da Polícia Militar, afirmou que o suspeito confessou ter ligado para a vítima dizendo que ia se matar e que só ela poderia evitar. Eles marcaram um encontro no laboratório de biologia da UnB. Lá, ele usou uma substância química para fazer com que ela desmaiasse. Depois, segundo o relato do autor do crime aos policiais, ele a asfixiou e jogou o corpo em um matagal. O suspeito está detido pela Polícia Civil para averiguações.

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Buscas
O pai, um tenente do Exército, havia registrado o desaparecimento da jovem na manhã de hoje. Amigos da vítima também espalharam cartazes na UnB e distribuíram mensagens nas redes sociais à procura da estudante. Depois disso, a polícia iniciou as buscas e localizaram o carro da vítima no estacionamento da universidade. 

Colegas de curso teriam indicado o rapaz como suspeito do desaparecimento de Louise. A PM entrou em contato com ele, por telefone, e marcaram um encontro para obter mais informações. Ao chegar ao local e conversar com os PMs, o suspeito ficou nervoso e acabou confessando o crime e o local onde havia deixado o corpo da estudante.

Rodrigo Nunes/Esp. CB/DA Press


Apoio
Na quadra onde reside a vítima, na 102 Norte, uma ambulância do Exército está à disposição da família. Na residência moravam pai, mãe, Louise e a irmã. Um coronel da corporação, que não quis se identificar, se encontra no local para prestar solidariedade. “O pai da jovem é um tenente antigo. O único contato que nós temos é profissional. Ele atua no gabinete do comandante do exército no Setor Militar Urbano (SMU)”, disse.

Agente da Polícia Federal é rosto conhecido na Operação Lava-Jato



O agente da Polícia Federal Newton Hidenori Ishii é um dos rostos mais conhecidos e inusitados da Operação Lava-Jato. Todo preso que chega na carceragem de Curitiba, ou é transferido, aparece ao lado do policial em toda e qualquer foto. Foi assim com José Carlos Bumlai, Marcelo Odebrecht, João Vaccari Neto, Pedro Corrêa, Ricardo Pessoa... Todos com Ishii, que quase sempre está de óculos escuros e colete.

Com a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), a atenção dos leitores se voltou novamente para Ishii por conta do diálogo gravado entre o parlamentar; Edson Ribeiro, advogado de Nestor Cerveró; Bernardo Cerveró e Diogo Ferreira, chefe de gabinete de Amaral. Ribeiro afirmou que Ishii, rotulado por Ferreira como “japonês bonzinho”, é o responsável pelo vazamento da delação premiada do ex-diretor da estatal, além de o acusar de vender informações. Na tarde de hoje, a Polícia Federal no Paraná vai ouvir Cerveró para apurar o vazamento da delação. Ishii também deve depor, em outra data.



Membro da PF desde 1976, Newton Ishii foi preso em flagrante pela própria corporação, em 2003, mas foi reintegrado aos quadros após decisão judicial. A Operação Sucuri, da Polícia Federal, começou no fim de 2002 e revelou que 23 agentes, sete técnicos da Receita Federal e três Policiais Rodoviários Federais estavam envolvidos com facilitação de contrabando em Foz do Iguaçu, que fica na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. Após a prisão, Ishii se aposentou em outubro de 2003, mas, em abril de 2014, a aposentadoria foi revogada e ele retornou à atividade. 

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De acordo com o Ministério Público Federal, os servidores públicos deixavam veículos contendo mercadorias contrabandeadas, conduzidos por outros intregrantes do grupo, entrarem no Brasil sem a devida fiscalização. As penas variaram entre oito anos, um mês e 20 dias de prisão; 160 dias-multa a quatro anos e oito meses de reclusão e 100 dias-multa. O Superior Tribunal de Justiça, em 2012, confirmou a reintegração de Ishii, anulando o processo administrativo disciplinar de 2009 que determinava a demissão de alguns dos policiais envolvidos. A Polícia Federal informou que o agente, após ser inocentado e reintegrado, trabalha normalmente e não passa por nenhuma distinção no ambiente de trabalho devido ao caso.

Polícia analisa fotos em que ex-policial Bola aparece em churrasco


O ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, apontado como o executor de Eliza Samudio, ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes, pode sofrer regressão de regime. Fotos divulgadas nesta segunda-feira (22/2) mostram o detento em uma das celas da Casa de Custódia do Policial Civil, localizada no Bairro Horto, na Região Leste de Belo Horizonte, participando de um churrasco com outros detentos, com direito a cerveja e celular. A Polícia Civil informou que abriu um procedimento para apurar se as imagens são verdadeiras e que medidas administrativas já estão sendo tomadas. 

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Nas fotos, Bola, que cumpre pena de 22 anos pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, aparece de camiseta escura apoiado nas grades da cela, com um objeto em uma das mãos, o que parece ser um garfo. Ao lado esquerdo dele, em cima de uma plataforma, está uma grelha. O momento é compartilhado com pelo menos outras quatro pessoas que estão sentadas em volta de uma mesa de plástico. Em cima dela, é possível ver latas de cerveja, celulares, dinheiro, e sacos plásticos com linguiça e carne de boi.

Bola está na Casa de Custódia desde maio de 2014 quando foi beneficiado pela nova lei orgânica da Polícia Civil. O artigo 38, inciso 10, estabelece que o local poderá receber o policial civil da ativa ou aposentado, mesmo aquele que tenha sido demitido do cargo ou tenha cassada a aposentadoria em virtude de condenação, submetido a procedimento de natureza judicial ou contingenciamento de ordem legal. Marcos Aparecido entrou para a Polícia Civil em 1991 e no ano seguinte foi exonerado por indisciplina e falta de idoneidade moral. O ex-policial, além de ter sido considerado culpado pela morte de Eliza, ainda responde por outros dois homicídios.

A Polícia Civil informou que já tomou conhecimento dos fatos e que uma perícia será feita nas imagens divulgadas para verificar a veracidade delas. Informou, ainda, que medidas administrativas já estão sendo tomadas. Se forrem confirmadas as transgressões, o caso será encaminhado para a corregedoria da corporação para apurar a conduta de servidores e agentes penitenciários. Em relação aos presos, será verificada a possibilidade de regressão de regime pela suposta infração. Se isso acontecer, ele pode passar para um regime mais rigoroso.

Polícia prende ex-mulher e filho de servidor da Poupex morto carbonizado




CBMDF/Divulgação
Familiares do servidor da Poupex James de Castro Henriques, encontrado carbonizado no porta-malas do próprio carro, são os principais suspeitos do assassinato. A Polícia Civil acredita que a morte do homem tenha sido armada pela ex-mulher, Cristiane de Oliveira Henriques, o filho deles e o namorado de Cristiane. Os três foram presos após uma testemunha contar ao delegado responsável pelo caso, o chefe da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia) Eduardo Galvão, que viu o companheiro da mulher dirigindo o carro do servidor no dia em que ele desapareceu.

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James era analista da Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex) e morador de Águas Claras. O corpo dele foi encontrado no último dia 13, em Samambaia Norte. Segundo informações de Galvão, Cristiane de Oliveira Rodrigues teria mandado matar a vítima para receber o dinheiro do seguro de vida. O crime teria também a participação do namorado dela. "Eles foram presos por 30 dias e esse período pode ser prorrogado", destaca o delegado.
 
Galvão explica que chegou à Cristiane através do levantamento de uma série de informações. “Ela tinha um álibi. Disse que estava em um determinado lugar com alguém quando James desapareceu. Conversamos com esse álibi e a pessoa negou e disse que ela não o visitava. Depois encontramos essa testemunha, que nos disse que achou estranho ver o namorado de Cristiane dirigindo o carro da ex-mulher. E isso aconteceu no dia em que ele desapareceu”, explica. 

James, segundo Galvão, evitava ao máximo ir à casa da ex, com quem já teve inúmeros desentendimentos. “Ele relutava em ir, e quando aparecia, relutava em entrar”, afirma. “Foi uma soma de elementos que fomos juntando. Ela será ouvida agora”. “A chance de a história se resolver é razoável. Principalmente se o filho da James tiver sido usado para atrair o pai”, supõe.

Após três horas de perseguição em rodovia, polícia captura "unicórnio"


Fox/Reprodução


Um caso curioso ocorreu na cidade de Madero Ranchos, Califórnia, Estados Unidos. Um pônei que estava fantasiado de unicórnio para animar uma festa infantil acabou fugindo do curral e foi parar uma movimentada rodovia da cidade. Segundo a rede de TV Fox, a polícia recebeu o chamado do dono do animal e foi atrás. "Faço esse trabalho há 14 anos e é a primeira vez que sigo um unicórnio", brincou Justin Perry, um dos atendentes do chamado.

Após perseguir o animal por mais de três horas, e contar com a ajuda de um helicóptero, a polícia conseguiu recapturá-lo. "Fiquei sabendo que prenderam o pônei e foi um alívio", disse Sandra Boos, dona do animal.

Polícia recaptura seis dos dez fugitivos da Papuda


Seis dos dez detentos que fugiram da Complexo Penitenciário da Papuda na madrugada deste domingo (21) foram localizados. A informação foi confirmada pela subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe). Eles foram localizados nas proximidades da QI 17 do Lago Sul. As prisões foram realizadas pelas equipes da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), da Sesipe e pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

A fuga ocorreu por volta de 2h30. Os dez presos estavam na Penitenciária do Distrito Federal 1 (PDF 1), conhecida como Cascavel. O local recebe detentos que cumprem pena de 20 a 30 anos. A Polícia Militar foi acionada às 7h. 

É o segundo caso de presos foragidos da Papuda neste mês. Na primeira evasão, cinco presos pularam o muro da penitenciária e foram capturados pela polícia quando faziam furtos na região.
 
Os internos recapturados até o momento são:
 
Gedeone Montalvão Bento;
Laiuço de Brito Santos;
Jefferson Alves Faria Carvalho;
Cleiton da Silva Liberato;
Valdeir Alves de Brito; e
Francisco Elton de Lima Sousa.
 
Seguem ainda foragidos:
Gerson Inácio Ferreira;
Levino Pereira de Brito;
Marcos Antônio Moreira dos Santos;
Michael da Mata Silva.

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